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Somos bons a estimar intuitivamente o que gastamos em exercício?

Se as pessoas são péssimas a avaliar o que comem, são piores ainda a estimar o que gastam nas tarefas diárias e em exercício. No estudo que vos mostro e que é paradigmático desse desfasamento, um grupo de indivíduos sem excesso de peso foi sujeito a dois protocolos de actividade. Um deles caminhou o equivalente a um dispêndio de 200 kcal, e o outro 300 kcal, sem saber. Foi-lhes então pedido para estimar o gasto em actividade e posteriormente para ingerir num buffet o valor calórico equivalente. Ambos os grupos sobrestimaram o gasto em ~400% e acabaram por ingerir 3 vezes mais calorias do que as efectivamente gastas.


Por exemplo, uma mulher de 54 Kg numa sessão intensa de crossfit com 40 min de trabalho técnico e um WOD de 20 min gasta pouco mais de 300 kcal. Muito abaixo do que percepciona subjectivamente pelo seu esforço. Depender apenas da intuição para manter o equilíbrio energético pode ser uma armadilha, principalmente pelo exagero na associação entre a percepção subjectiva de esforço e o gasto energético real em actividade. Normalmente bem menor do percepcionado.


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