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Testosterona e longevidade: o fenómeno da reposição terapêutica
A testosterona ocupa hoje um lugar singular no discurso contemporâneo sobre saúde e envelhecimento. Muito para além do seu papel fisiológico, passou a ser frequentemente apresentada como um marcador global de vitalidade e, verdade seja dita, masculinidade. Níveis mais elevados como sinónimo de mais força, melhor composição corporal, mais energia, desempenho sexual e, implicitamente, maior longevidade. Esta interpretação, porém, simplifica excessivamente uma realidade biológic
Sérgio Veloso
há 4 dias11 min de leitura


Idade cronológica vs idade biológica
Falar de idade biológica é, em última análise, questionar as limitações da idade cronológica como métrica clínica. A idade cronológica mede tempo decorrido desde o nascimento. O nosso corpo, porém, não envelhece ao ritmo do calendário. Dois indivíduos com 50 anos podem apresentar perfis inflamatórios, metabólicos, funcionais e epigenéticos profundamente distintos. Essa dissociação observável entre anos vividos e estado funcional real é o fundamento do conceito de idade biológ
Sérgio Veloso
24 de fev.6 min de leitura


Capacidade cardiorrespiratória e longevidade: porque o VO₂max deve integrar a estratificação de risco
Quando falamos em longevidade e medicina preventiva o foco mais óbvio é em indicadores clínicos discretos na avaliação de risco. O perfil lipídico, glicemia, pressão arterial, entre outros. Parâmetros facilmente quantificáveis e intervencionáveis, seja farmacologicamente ou através de mudanças no estilo de vida. No entanto, evidência acumulada nas últimas décadas mostra-nos que a fitness/capacidade cardiorrespiratória (CRF) merece um estatuto no mínimo semelhante, não como ma
Sérgio Veloso
17 de fev.11 min de leitura


Colagénio para pele e articulações: vale a pena a suplementação?
A suplementação oral com colagénio é hoje apresentada como uma intervenção quase óbvia e obrigatória para contrariar o envelhecimento da pele. A promessa é simples e intuitiva. Fornecer ao organismo um dos principais constituintes estruturais da pele, compensar a sua diminuição com a idade e, dessa forma, melhorar rugas, flacidez e textura cutânea. Esta narrativa, amplamente difundida por marcas, influenciadores e até alguns profissionais de saúde, assenta numa lógica aparent
Sérgio Veloso
11 de fev.5 min de leitura
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